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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O "critério disciplinar" de Manuel Oliveira


A arbitragem de Manuel Oliveira no jogo entre o Sporting e o Tondela é um claro exemplo da importância crescente do critério disciplinar nos jogos da Liga. Havendo o vídeo-árbitro que expõe ao ridículo os vídeo-padres como Fábio Veríssimo, resta aos padres o uso criterioso do tal "critério disciplinar" que é diferenciado conforme o cliente. Atentem bem no vídeo seguinte onde seleccionei alguns lances importantes sobre essa matéria. O vídeo está organizado por ordem temporal, pelo que peço aos leitores para o verem até ao final. Há muita "magia" espalhada...

O Sr. Manuel Oliveira



O vídeo parece-me ser claro, mas deixo duas notas:
- Hélder Tavares fez 8 faltas em toda a partida e acabou o jogo sem ver o amarelo. 
- Fechar o jogo com um cartão amarelo ao Ricardo Costa ao 90+4, depois de tudo o que protagonizou no jogo é digno de um prémio. 

E ontem a actuação de Manuel Mota foi no mesmo sentido. É hora de os Sportinguistas começaram a abrir bem os olhos. Daqui para a frente o critério disciplinar vai ser este. Fica o alerta.

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Pontos nos Is


No último "Verde no Branco" na Sporting TV, Nuno Saraiva denunciou uma campanha negra contra Bruno de Carvalho e o Sporting CP. É importante que os Sportinguistas vejam o vídeo e se apercebam do que é dito por gente que tem o dever da isenção. Estamos a falar de jornalistas e não de comentadores afectos aos clubes. 

Verde no Branco



Foram apontados vários exemplos de jornais e jornalistas: Ferreira Fernandes (Diário de Notícias), Nuno Farinha (Record), Octávio Ribeiro (Record), Mário Figueiredo (Correio da Manhã), Rui Santos (Record), Vítor Serpa (Abola) foram alguns dos nomes mencionados. Mas há um nome que quero destacar em particular: o senhor Afonso de Melo.

Afonso de Melo





Num artigo de análise da jornada, Afonso de Melo lançou um feroz ataque ao Presidente do Sporting afirmando: "Os rapazes de JJ(...) parecem decididos a manterem-se longe das vulgares tranquibérnias do seu presidente e respectivos apaniguados obedientes, arranjando guerras gratúitas a torto e a direito que agora até metem o muitíssimo desconfortável prova provada pelos ingleses de uma oferta por William Carvalho que toda a estrutura de Alvalade jurou a pés juntos de mão estendida sobre o Novo Testamento que nunca teria existido. Enfim. Nada de novo no reino da selva leonina, por esse prisma. Ignorem os jogadores essas trampolinices". 

E isto foi escrito numa peça jornalística sobre a jornada da Liga. Agora imaginem se fosse um artigo de opinião. 

Quem é Afonso de Melo?


Afonso de Melo foi assessor de imprensa da FPF nos tempos de Scolari entre 2004 e 2006. De lá para cá tem colaborado regulamente com o jornal "O Benfica" e com a Benfica TV. Infelizmente não consegui apanhar o vídeo do mítico programa da BTV em que tinha como companheiros de debate os "mui nobres" Pedro Guerra e Rui Pedro Brás. Se tiverem essa pérola coloquem nos comentários. 

Deixo aqui o título da crónica escrita por este senhor na última edição do Jornal "O Benfica", só para perceberem que a ligação ainda está activa.


Estamos num país em que as pessoas acham normal que um jornalista responsável pela secção de desporto de um jornal generalista de âmbito nacional seja colaborador regular do jornal e da televisão de um clube. 

E o Polvo?


Vejamos o que diz este "isento" jornalista na Benfica TV sobre o caso dos emails:


Curiosamente, o jornal I foi um dos jornais que ignorou e continua a ignorar as denúncias feitas pelo Porto relativas aos "emails abençoados". O único "polvo" que eles conhecem é este:

Cronistas de nível mundial


Não é só Afonso de Melo que "espalha magia" no pasquim. Este estaminé dá palco a artistas como Fernando Seara, Ricardo Costa (amigo do Frankc Vargas (aqui), António Galambra ( o tal sujeito que dá entrevistas em nome de Luís Filipe Vieira) - (aqui),  ou até mesmo de António Rola. Sim, esse mesmo! O árbitro jubilado...

O Galamba e a Rola



Em reacção à acusação de que as entrevistas de Vieira são forjadas por uma trupe de argumentistas encabeçada por António Galamba, o senhor não desmente. Só diz que : "Não falo sobre actividades criminosas". Pois. Tá certo.

Vamos ao jubilado...

António Rola, árbitro jubilado com o símbolo do Benfica ao peito
O senhor Rola que é assalariado do Benfica há mais de uma década mas também é um dos "meninos queridos" do pasquim. Vejam bem a última crónica do artista publicada no dia 15. 



Ora digam lá que isto não é uma autentica maravilha!? Sobre recompensas ninguém ensina nada ao Rola...

O mestre é sempre melhor do que o servente!


Vítor Rainho, director executivo do jornal Sol e jornal "I"

O jornal Sol e o jornal I fazem parte do mesmo grupo e utilizam os mesmos jornaleiros. O "I" é publicado de segunda a sexta e o Sol sai ao fim-de-semana. Ora, o senhor Vítor Rainho é o director executivo dos dois pasquins e será ele, em última instância, o responsável por ter nos quadros do jornal um artista como Afonso de Melo. 

Mas não se pense que o facto de ter um cartilheiro benfiquista a trabalhar como independente para um jornal que se diz independente é uma questão de desconhecimento ou azar. O próprio líder dos pasquins é ainda mais claro no ódio a Bruno de Carvalho e será, por certo, o grande encorajador desta campanha negra contra Bruno de Carvalho que tem sido protagonizada nos pasquins do grupo. Vejamos, o que Vítor Rainho escreveu no dia 9 no jornal "SOL".



"O líder Sportinguista até parece que trabalhou num circo fazendo de alvo para o lançador de facas. Adora confusão e ainda não percebeu que já não faz parte das claques do clube, mas que é presidente. Um arruaceiro sem limites."

Eu pergunto: Isto é digno de um director executivo de um jornal? Estamos perante um insulto vergonhoso para com o Presidente do Sporting CP e os Sportinguistas têm de ser alertados e unir-se contra este nojo. 

Não satisfeito com o insulto, Vítor Rainho escreveu ainda um artigo para o jornal i publicado na edição online e que pode ser lido (aqui). Deixo apenas um pequeno excerto: 

"Para o líder leonino tudo serve para dar espetáculo e é bom que se mantenha por muitos anos no cargo, pois as suas semelhanças com outro justiceiro que passou pelo mundo da bola, mas do outro lado da Segunda Circular, são cada vez mais evidentes. E sabemos como acabou. Tudo não passaria de um problema do Sporting e dos seus adeptos se Bruno de Carvalho não fosse um péssimo exemplo para aqueles que o veem ou ouvem. Os constantes apelos à violência, mais ou menos camuflados, não auguram nada de bom. Num mundo, o do futebol, onde as emoções se sobrepõem à razão, Bruno é um verdadeiro pirómano.


Bruno de Carvalho é um pirómano, mas os nossos adeptos é que são assassinados. Bruno de Carvalho é um perigo mas é Vieira que vem a Alvalade - dois dias depois de um adepto do Sporting ter sido assassinado - provocar o Sporting e os seus adeptos. Bruno de Carvalho é que é o péssimo exemplo, mas é Vieira que protege claques ilegais. Bruno de Carvalho é um "Vale e Azevedo" mas o clube continua a dar lucro e a aumentar o património. É esta a coerência deste lixo em forma de gente. 

Ficam apresentados estes senhores e as suas motivações. Fica também percebida a linha editorial seguida, após as notícias que indicam o fecho destes dois jornais. 

Obviamente, é tudo coincidência...

EDIT: Adiciono a capa do jornal i no dia seguinte às eleições do Sporting na certeza que não haverá melhor exemplo dos "interesses" deste pasquim.



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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Os árbitros e o discurso do ódio


"Os árbitros e o discurso do ódio" foi o título escolhido por José Manuel Delgado para a sua crónica no jornal Abola do passado dia 8. Na ocasião, o discurso versava na defesa dos pobres árbitros que são atacados pelos dirigentes dos clubes que colocam em causa a sua idoneidade e competência. 

A máquina de propaganda quer calar a critica em relação aos seus "meninos queridos" e aos esquemas encarnados. Neste sentido, usam duas formulas: A via judicial, que está a ser aplicada ao Porto com a providência cautelar para impedir a divulgação de mais emails e a via do condicionamento do discurso aplicada principalmente aos Sportinguistas, com base na critica à forma ( e não ao conteúdo, que nem ousam rebater) como Bruno de Carvalho expôs a pouca vergonha que é futebol nacional. 

A narrativa do "discurso do ódio" tem servido para quase tudo. Qualquer critica que alguém faça, por mais legitima e verdadeira que seja, é considerado como "discurso do ódio". O que eles querem é que ninguém fale nos emails, nos padres, nos vouchers, etc. 

Idiotoral




Gosto particularmente de citação: "Nunca, como hoje, a insinuação e a calúnia foram a regra e não a excepção."


A prova dos 9



Vou transcrever esta declaração de José Manuel Delgado no dia 12 (quatro dias depois da crónica disponibilizada em cima). 

"Este é um mau árbitro, chama-se Undiano Mallenco, é arbitro internacional espanhol. Os espanhois continuam a ter muita força na UEFA. Na altura em que ele foi internacional tinham mais, porque tinham o Angel Villar como Presidente da Federação e vice-presidente da UEFA e com um elemento no comité de arbitragem da FIFA. Portanto, havia muito árbitro espanhol mau a ter grandes oportunidades para subir. Este foi um desses que apanhou o elevador do Angel Villar e nós vamos vendo ao longo das épocas os jogos do campeonato espanhol e ele é um árbitro que deixa muito a desejar" 

Deixem-me ver se percebi bem. O justiceiro, o arauto da verdade desportiva e dos pobres árbitros, o homem que juntamente com Vitor Serpa ocultou durante semanas os emails divulgados pelo Porto Canal, o homem que aceita encenar uma entrevista com Luís Filipe Vieira servindo de modelo fotográfico para a farsa (aqui),  aparece na televisão com insinuações e calúnias sobre um árbitro e um alto dirigente espanhol. Será este o clima de intimidação, condicionamento e calúnia que José Manuel Delgado se refere na sua crónica?

Afinal de contas, José Manuel Delgado reconhece que há promiscuidade no futebol, reconhece que existem árbitros a serem beneficiados nas suas carreiras em detrimento de outros e que altos dirigentes das instituições que regem o futebol tomam decisões com base em interesses ocultos. Tudo isto acontece, mas é só lá por fora. Cá no burgo não há nada disso!

Por que será que este senhor não fala sobre o que se tem passado na arbitragem portuguesa nacional? Vem este artista falar de Undiano Mallenco, mas nunca o vi a referir-se a artistas do apito nacional desta forma (e temos tantos, mas tantos). Fala em árbitros promovidos a internacionais a "subir no elevador de Angel Villar", mas não fala no elevador de carga de Vitor Pereira. O elevador que permitiu que a artistas como Fábio Veríssimo ser internacional com apenas 5 jogos feitos na primeira Liga, ou os casos de João Pinheiro e Sérgio Piscarreta conseguirem chegar ao mais alto patamar da carreira com apenas dois jogos apitados na Liga. E fico-me por aqui para não enjoar os caros leitores. Acho que já perceberam a ideia.

Para fechar, deixo-vos com uma pérola vinda directamente do intestino Delgado...

Até vai a guarda-redes




"Samaris é um óptimo jogador. Pode jogar a central, pode jogar a oito, pode jogar até a "10" (Deus do céu), é um óptimo jogador. A seis" é que não vale a ponta de um corno, concluo eu, para facilitar a vida ao amigo Delgado. 

PS: Continuem a fazer capas a dizer que o Benfica vai vender o rapaz por 20M...


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